Há palavras que só se usam no plural, como ''núpcias'', ''lápis'', ''ônibus'' etc.
''Fezes'', ''pêsames'', ''óculos'' e ''parabéns'' possuem formas no singular, mas ninguém as emprega (ainda bem!), nem teria coragem de empregá-las.
Apesar de a forma "parabém" estar nos dicionários, você teria coragem de dizer a alguém "Meu parabém pelo que você conquistou"? Diria " Manifesto meu pêsame pela morte dele"?
Esses substantivos são normalmente empregados no plural.
PLURAIS POLÊMICOS

E aí, conseguiu?
Isso é tão simples. O plural desse substantivo segue o de qualquer palavra terminada em ''z'': ''luz/luzes'', ''raiz/raízes'', ''juiz/juízes'', ''avestruz/avestruzes'', então, ''gravidez/gravidezes''.

Para esse também não há mistério!
O plural dessa palavra é simples assim como gravidez.
As palavras terminadas em ''r'' fazem o plural com o simples acréscimo de ''es'', como ''mulher/mulheres'', ''colher/colheres''.
Com ''júnior'' não poderia ser diferente. Basta acrescentar ''es'' - juniores - , o problema é que ocorre o deslocamento da vogal tônica, que deixa de ser ''u'' e passa a ser ''o''.
Leia ''juniores'' com força no ''o'', fechado, como ''o'' de bolha.

Para a palavra "qualquer" não vale a regra do acréscimo de ''es'' porque essa é uma palavra composta (''qual'' + ''quer''), então, seu plural ''quaisquer'' leva em conta seu processo de formação: o plural de ''qual'' é ''quais''; ''quer'' é verbo e não tem plural.
Plural de palavras terminadas em ''al'' é feito com a terminação ''ais'' - ''general/generais'', ''animal/animais'', ''especial/especiais'', ''geral/gerais''. E o plural de palavras terminadas em ''au''? Nada de ''ais''. Basta acrescentar ''s'' - ''grau/graus'', ''nau/naus'', ''pau/paus'', então, ''degrau/degraus''.
O de ''álcool'' é ''álcoois''. Note que a sílaba tônica se mantém. Essa é uma das tantas palavras de origem árabe que há em nossa língua.